julho 31, 2009

Receita: Creme de Confeiteiro - Creme de Ovos

Receita: Creme de Confeiteiro - Creme de Ovos

(Crema Pasticcera) - Ingredientes:

Uma e meia xícara de leite
Uma fava de baunilha ou extrato
Uma xícara de açúcar
Quatro gemas
Um quarto de xícara de farinha

Preparo: Esquentar o leite com a fava de baunilha (se utilizar o extrato, acrescentar somente no final). Reservar.

Misturar meia xícara de açúcar às gemas, batendo até ficarem leves e de cor clara.

Acrescentar a farinha, misturar bem, deixando a massa homogênea.

Acrescentar lentamente à massa o leite quente, mexendo até que todos os ingredientes estejam bem misturados.

Despejar em uma panela e cozer, misturando energicamente até quase a fervura, mas sem deixar ferver.

Tirar a fava de baunilha ou então acrescentar o extrato.

Peneirar e deixar esfriar, misturando de vez em quando para que não se forme a pelezinha na superfície.

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julho 28, 2009

Dicionário da Culinária da Região Nordeste

Dicionário da Culinária da Região Nordeste

No Nordeste do Brasil encontram-se receitas à base de peixes, feijões, leite de coco, inhame, macaxeira (também chamada de aipim ou mandioca no sul do Brasil), azeite de dendê, crustáceos e diversas frutas nativas.

Na região Nordeste do país inúmeras iguarias se destacam: tapioca, buchada, arroz-doce, sarapatel, caldo de cana, além de doces ou sorvetes de frutas regionais: mamão verde, goiaba, caju, pinha, sapoti, banana, tangerina, mangaba, coco, manga, umbu, jaca, abacaxi, araçá.

Veja abaixo um breve glossário sobre a culinária do Nordeste:

Açaí: Fruta de cor quase preta, de uma palmeira, consumida em sorvetes ou amassada e acompanhada de farinha e açúcar.

Ariá: Semelhante ao rabanete. Planta da família das marantáceas, comestível depois de cozida.

Arubé: Tempero feito à base da massa de macaxeira, pimenta, sal, alho e caldo de peixe.

Aviú: Camarão de cerca de 3 centímetros de comprimento e corpo muito fino.

Bacaba: Palmito extraído da palmeira de mesmo nome.

Bacuri: Fruto de sabor requintado, de belo aspecto, consumido cru ou em sorvetes, sucos e doces. Também é vendido industrializado em compotas e doces em pasta.

Baião-de-dois: Prato onde o feijão e o arroz são cozidos ao mesmo tempo. Geralmente acrescido de charque, toucinho, leite de coco, ou, então, queijo de coalho cortado em cubos.

Bênção-de-Deus: Erva comestível de folhas pequenas e carnudas da família das Portuláceas. Língua-de-vaca na Bahia, manjogome no Ceará, bredo-major-gomes em Pernambuco, maria-gorda e maria gomes em São Paulo e Rio de Janeiro.

Bode: Cabrito, cordeiro, tudo é bode no Norte e Nordeste.

Bolo de rolo: Bolo de massa finíssima de pão-de-ló enrolado como um rocambole, geralmente recheado de goiabada.

Borracho: Filhote de pombo.

Buchada: Prato típico do Ceará feito das tripas do carneiro. Meninico-de-carneiro na Bahia e Maranhos em Portugal, seu país de origem.

Bucho: Estômago do boi ou do carneiro utilizado em pratos como a tradicional buchada. Dobradinha no Sul, meninico-de-carneiro na Bahia.

Caldeirada: Preparado de peixes variados e legumes cozidos em bastante caldo e temperos.

Camarão seco: No Norte e Nordeste, o camarão seco geralmente é o que foi salgado. Na Bahia, há preferência pelo defumado.

Capitari: Tartaruga macho.

Caramujo: O mesmo que caracol. Come-se cozido como os escargots franceses.

Caribé: Veja papa-xizé.

Carimã: Massa azeda de macaxeira e água também conhecida como massa puba.

Carne-do-sertão: Carne-de-sol, carne-de-vento. O mesmo que carne salgada no Sul.

Chambaril: Também chamado de mão-de-vaca. Prato preparado à base de músculo e tomates cozidos, acompanhado de pirão.

Coronel: Sopa de arroz, legumes e carne picada.

Cupuaçu: Fruta amazônica, muito apreciada no preparo de sucos, compotas, doces, sorvetes, etc. A polpa muito aromática e doce é industrializada. De caule forte e casca quebradiça.

Cuxá: Comida típica do Maranhão preparada com folhas de uma verdura chamada vinagreira, quiabo, gergelim torrado e moído e arroz cozido.

Derresol: Doce preparado com coco ralado, açúcar, melado e água, levado ao fogo até o ponto de bala dura, posteriormente cortado em quadradinhos.

Espinhaço: Coluna vertebral, costas, dorso de um animal.

Feijão-de-corda: Feijão de vagem muito longa e fina. Feijão-de-praia, feijão-macassar, feijão-miúdo ou caupi.

Galopeado: Guisado de carne picada acompanhado de pirão de farinha de macaxeira cozido no próprio caldo.

Graviola: Fruto muito apreciado na confecção de sucos e sorvetes. É da família da anonáceas, semelhante a uma pinha ou fruta-do-conde de tamanho grande.

Iurara: Tartaruga fêmea.

Jambu: Erva de folhas verdes de sabor ardido como o da mostarda muito utilizada no Pará em pratos como tacacá e pato no tucupi.

Luiz Felipe: Bolo cearense aromatizado com leite de coco.

Macaxeira: Aipim na Bahia, mandioca ou aipim no Sul do Brasil.

Mal-assado: Carne-de-sol preparada com banha e ovos batidos.

Mamão inchado: Mamão quase maduro.

Mandioca: Mandioca-brava.

Mapará: Peixe de coloração cinza-azulada do rio Amazonas.

Mel do engenho: Melado.

Mixira: Carne de tartaruga, peixe-boi ou tambaqui cozida, conservada na gordura do próprio animal ou na banha de porco.

Monteiro Lopes: Biscoitos tipo palito tradicionais do Maranhão.

Murici: Frutinha muito nutritiva consumida em sucos, sorvetes etc.

Ostras de coco: Ostras preparadas com leite de coco.

Paçoca: Carne-seca socada no pilão com farinha de macaxeira, manteiga e temperos.

Pacova: O termo vem do tupi pa´kowa e significa folha de enrolar. Designa uma variedade de banana grande do Norte e Nordeste.

Papa-xizé: Mingau de farinha de macaxeira com açúcar. Caribé.

Pé-de-moleque: No Ceará é um preparado à base de rapadura, castanha-de-caju e carimã, envolvido em folhas de bananeira e cozido no forno. No Maranhão é um bolinho frito preparado à base de farinha de macaxeira e coco ralado. Não confundir com o pé-de-moleque do Sul, preparado à base de melado com glucose de milho e amendoim, derretido em ponto de corte e servido aos quadradinhos.

Petas: Doce à base de farinha de macaxeira.

Pirão: Papa de farinha de macaxeira cozida num caldo de carne ou peixe.

Pirarucu: O maior peixe de escamas do Brasil: atinge mais de 2 metros e peso de 80 kg. Animal belíssimo de coloração avermelhada. A língua depois de seca é utilizada para ralar o bastão de guaraná. A carne é consumida fresca, salgada ou seca, como a do bacalhau.

Pupunha: Pequeno fruto da pupunheira, natural da Amazônia, consumido cozido embebido em mel. O sabor é uma mistura de castanha européia com alcachofra.

Puxa: Preparado de gemas e açúcar mexido até ficar puxa, isto é, de consistência elástica e grudenta.

Quibebe: Papa de abóbora. Também designa um preparado de carne-seca e abóbora.

Raivas: Rosquinhas.

Sarrabulho: Sangue e miúdos de porco cozidos e servidos com farinha de macaxeira. Sarapatel, na Bahia.

Sururu: Mariscos pequenos semelhantes aos vôngoles, muito apreciados em Alagoas.

Sururu de capote: Sururus cozidos com leite de coco e servidos com pirão preparado do caldo.

Tacacá: Sopa de goma da tapioca temperada com tucupi, jambu, camarão seco e pimenta. Servida quentíssima em cuias típicas por volta das cinco horas da tarde em diversos pontos das cidades do Pará.

Tambaqui: Peixe da família dos caracídeos, muito comum no Amazonas, de carne extremamente saborosa. É dos peixes mais apreciados no mercado de Manaus.

Tapioca: Espécie de panqueca preparada com farinha de tapioca enformada em rodelas de lata, cozida na chapa do fogão à lenha. Come-se no café da manhã ou no lanche.

Tijolinho: Doce de banana amassada, preparado com açúcar em ponto de bala espalhado no mármore e cortado em quadradinhos.

Tiquira: Aguardente fortíssima de macaxeira destilada.

Torta: Prato preparado com ovos: fritada, frigideira.

Tucunaré: Peixe de coloração prateada com carne de sabor excepcional.

Tucupi: Sumo da mandioca-brava descascada e ralada. Ingrediente indispensável do pato no tucupi e do tacacá, glórias da culinária paraense.

Vinagreira: Arbusto de folhas arroxeadas e de sabor ácido da família das malváceas. As folhas são ingrediente indispensável do famoso arroz-de-cuxá, prato típico da culinária maranhense. Caruru da Guiné, quiabo de Angola. Na Bahia, também é chamada de rosela.

Da culinária nordestina também fazem parte os seguintes pratos típicos: dobradinha (feijão branco cozinhado com bucho de boi), galinha de cabidela, mão-de-vaca, quibebe (pirão de jerimum), carne-de-sol (servida com farofa e feijão verde), peixes e crustáceos ao leite de coco, feijão e arroz ao coco, amendoim torrado e cozinhado, canjica, pamonha, munguzá, cuscuz, milho cozido e assado, acarajé, abará, caruru, vatapá, bolos de macaxeira, pé-de-moleque, bolo Souza Leão, umbuzada (feita com umbu, leite e açúcar), e muitos outros.

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julho 24, 2009

Receita: Bolo de Café

Receita: Bolo de Café

Ingredientes:

2 ovos
1 colher de chá de margarina
1 copo americano de café morno
1 copo americano de açúcar
2 copos americanos de farinha de trigo
5 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa rasa de fermento em pó

Preparo:

Bata os ovos, o açúcar e a margarina. Depois acrescente os demais ingredientes e mexa bem até obter uma massa homogênea. Coloque em uma assadeira untada e leve ao forno pré-aquecido por mais ou menos 40 minutos. Desenforme e cubra com a cobertura de sua preferência.

Sugestão de cobertura de chocolate:

Leve ao fogo uma colher de sopa de margarina, três colheres de sopa de chocolate em pó, uma colher de sopa de açúcar e uma xícara de chá de leite. Ferva tudo em fogo alto, mexendo bem até engrossar.

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janeiro 27, 2009

Receita de Torta de Frango com Bacon e Cogumelos

Receita de Torta de Frango com Bacon e Cogumelos

Ingredientes
  • 3 fatias de bacon cortadas em tiras
  • 1 colher de chá de azeite de alho
  • 125 g de champignons frescos fatiados
  • 25 g de farinha de trigo
  • ½ colher de chá de tomilho seco
  • 250 g de filés de sobrecoxa do frango cortados em pedaços
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 300 ml de caldo de frango quente
  • 1 colher de sopa de vinho Marsala
  • 375 g de massa folhada comprada pronta (espere descongelar para usar)
Preparo

Primeiro aqueça o forno a 220 ºC. Em uma panela de fundo pesado frite o bacon no azeite até que fique crocante. Junte os cogumelos e refogue-os na panela junto com o bacon.

Misture a farinha de trigo com o tomilho e passe os pedaços de frango na mistura. Derreta a manteiga na panela com o bacon e os cogumelos e junte o frango e toda a farinha que restou. Mexa até dourar o frango.

Junte o caldo quente e o vinho Marsala. Mexa para formar um molho e deixe ferver por cerca de cinco minutos.

Pegue duas vasilhas com capacidade para 300 ml cada e faça, para cada uma, uma borda de massa – corte cerca de um centímetro da massa e envolva a borda de cada vasilha. Junte as pontas com água, para ajudar a grudar a massa.

Corte um círculo um pouco maior que a boca de cada vasilha. Divida o recheio de frango entre as duas vasilhas.

Umedeça a borda de massa em cada vasilha e ponha por cima a tampa circular que você cortou. Com seus dedos, ou com os dentes de um garfo, vede bem as vasilhas.

Asse as tortas por cerca de vinte minutos, virando-as de lado depois de dez minutos. Quando estiver cozida a massa crescerá maravilhosamente.

Receita de Nigella Lawson

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dezembro 28, 2008

Receita de Creme de Batata-Baroa com Cogumelos

Receita de Creme de Batata-Baroa com Cogumelos

Ingredientes
  • 700g de batata-baroa
  • 1 e meia xícara de água filtrada
  • Meia xícara de creme de leite fresco
  • 300g de cogumelos shitake
  • Um quarto de xícara de vinagre balsâmico
  • 1 pitada de sal marinho
  • 1 pitada de pimenta-do-reino
Preparo

Cozinhe a batata até que ela esteja bem molinha. Bata-a no liquidificador com um pouquinho da água do cozimento. Grelhe os cogumelos em tiras com um pouquinho de azeite virgem.

Reduza o vinagre balsâmico em uma panela, em fogo baixo, até que ele ganhe a consistência de caramelo. Aqueça o creme de batata-baroa com o creme de leite fresco e ajuste o sal. Ponha o creme em pequeninas tigelas, com algumas fatias de cogumelo no centro, por cima. Circunde os cogumelos com um fio do caramelo balsâmico e sirva.

Receita de Vera Saboya

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dezembro 18, 2008

Receita de Panqueca de Carne sem Glúten

Receita de Panqueca de Carne sem Glúten

Ingredientes
  • massa:
Leite - 1 xícara (chá)
Fécula de batata - 1 xícara (chá)
Sal - 1 colher (chá) cheia
Ovos - 2 unidades
Óleo vegetal - 1 colher (sopa)
  • recheio:
Carne moída - 200g
Cebola - meia unidade
Tomate - uma unidade
Sal - uma colher (sobremesa)
Cheiro verde - uma colher (sopa) cheia
Molho de tomate - quatro colheres (sopa) cheias
Óleo vegetal - uma colher (sopa)
Amido de milho - uma colher (sopa) cheia

Preparo

Massa: Leve todos os ingredientes ao liqüidificador e bata-os até que toda a preparação esteja homogênea. Unte a frigideira e asse uma concha de massa por vez.

Recheio: Pique a cebola, o tomate e o cheiro verde. Aqueça o óleo e acrescente a cebola. Quando a cebola estiver dourada acrescente o tomate. Tampe a panela e deixe cozinhar por cinco minutos em fogo brando. Acrescente o amido de milho e mexa até que a mistura fique homogênea. Enrole o recheio nas massas assadas.

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dezembro 04, 2008

Receita de Bolo de Pão e Legumes

Receita de Bolo de Pão e Legumes

Ingredientes

• 1 kg de pão picado
• 1 litro de leite
• sal a gosto
• pimenta a gosto
• 3 ovos
• 3 colheres de sopa de maisena
• 1 cebola
• salsinha picada
• 3 colheres de sopa de margarina
• legumes picados

Preparo

Amoleça o pão no leite. Tempere com sal e pimenta. Acrescente a salsinha, a cebola ralada, a margarina, os legumes e os talos picados, as gemas dos ovos e a maisena. Misture bem.

Acrescente as claras em neve. Coloque tudo em uma forma untada e leve para assar em forno pré-aquecido por cerca de vinte minutos.

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novembro 26, 2008

Receita de Bolinho de Peixe

Receita de Bolinho de Peixe

Ingredientes
  • 250g de peixe (cabeça, rabo e carcaça)
  • 2 colheres de sopa de água
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 xícara de chá de arroz (cozido)
  • 1 gema de ovo
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo
  • meia xícara de chá de farinha de rosca
  • óleo para fritura
Preparo

Em um refratário coloque o peixe, meia colher de sal e deixe tomar gosto por uma hora. Transfira os filés com o tempero para uma panela e acrescente a água.

Cozinhe em fogo alto por cinco minutos (ou até que o caldo formado evapore). Coloque o peixe em uma tigela, junte o arroz e com o auxílio de um garfo, amasse até obter uma pasta.

Incorpore a gema de ovo, o óleo, a farinha de trigo e o restante do sal. Com duas colheres de sopa da massa, faça os bolinhos e passe-os pela farinha de rosca. Frite-os em óleo quente por três minutos ou até que dourem por igual. Escorra e sirva.

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novembro 17, 2008

O Barreado e a Culinária do Paraná

O Barreado e a Culinária do Paraná
por Carlos Roberto Antunes dos Santos

As cozinhas estão em permanentes transformações. As culturas alimentares, seja qual for o tempo e o espaço geográfico, estão postas a situações de confrontos que podem levar a rupturas, diante da implementação de novas técnicas e formas de consumo e da introdução de produtos e do encontro e fusão dos mesmos, a partir de inovação e criatividade. Essas transformações da cozinha acabam sendo absorvidas ou “digeridas” pela tradição, que, em patamares seguintes, cria novos modelos, adaptados aos modelos convencionais precedentes. Nesse sentido, a ruptura, ao provocar certa revolução culinária, traz em seu bojo os traços de transição, ainda que marcados pelo tradicional.

As cozinhas locais, regionais, nacionais e internacionais são produtos da miscigenação cultural, fazendo com que as culinárias revelem vestígios das trocas culturais. Hoje, os estudos sobre a comida e a alimentação invadem as ciências humanas, a partir da premissa que a formação do gosto alimentar não se dá, exclusivamente, pelo seu aspecto nutricional, biológico. O alimento constitui uma categoria histórica, pois os padrões de permanência e mudanças dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica social. Os alimentos não são somente alimentos.

Alimentar-se é um ato nutricional, comer é um ato social, pois se constitui de atitudes, ligadas aos usos, costumes, protocolos, condutas e situações. Nenhum alimento que entra em nossas bocas é neutro. A dimensão histórica da sensibilidade gastronômica explica e é explicada pelas manifestações culturais e sociais, como espelho de uma época. Nesse sentido, o que se come é tão importante quanto quando se come, onde se come, como se come e com quem se come. Enfim, esse é o lugar da alimentação na história.

No Brasil, historicamente, se cultivou a diversidade alimentar, numa síntese entre as culturas primitivas com a superposição de etnias das diferentes culturas, que, numa simbiose, formaram nossos hábitos alimentares e constituíram uma rica culinária. Nesse sentido, a memória gustativa acrescida dos saberes e sabores, das técnicas e práticas culinárias foram geradoras e formadoras das culturas regionais. Como resistência às cozinhas compartimentadas e cosmopolitas, a sociedade busca, cada vez mais, resgatar e valorizar, em nome da qualidade, as cozinhas locais e regionais, carregadas de culturas. Dessa forma, o local e o regional precedem o nacional e o internacional, fazendo com que a gastronomia revele a identidade desse conjunto de “Brasis”. Muitas vezes, essa valoração atribuída ganha destaque ao ponto de iniciar uma permanência, uma tradição que envolve, de forma artesanal, não apenas a reprodução do prato, mas, muitas vezes, a recriação de processo das condições em que o mesmo era preparado. Destarte, o ato de preparar um prato regional como “antigamente” ganha status nacional, principalmente impulsionado pelo contexto turístico. No âmbito do litoral do estado do Paraná, podemos mencionar o Barreado, um alimento memória, como exemplo desse processo.

Os temas da cozinha e da mesa regional paranaense revelam os tempos da memória gustativa, em que a preparação do Barreado se reveste de certa ritualização, assim como a seqüência e as maneiras como é servido à mesa. Dessa forma, a etiqueta à mesa se refere à representação simbólica regional, pois essa cozinha expressa a linguagem que traduz suas relações sociais.

A gastronomia paranaense reserva um lugar para todos, pois é diversa, a partir de uma riqueza étnica e cultural que inventou uma mesa ampla, com pratos produzidos pelos povos locais ou trazidos por diversos migrantes e imigrantes, num processo permanente de adaptação e readaptação.

Na verdade não existe uma cozinha tipicamente paranaense, pois o seu arcabouço constitui uma mescla de sabores os mais diversos, passando pela culinária local (luso-brasileira) e dando verdadeiros saltos culturais ao encontrar as cozinhas caipira e imigrante. Dessa maneira, o saber gastronômico local e regional, somado aos saberes externos, permitiu permanências e mudanças, sendo que alguns pratos se mantiveram e outros foram adaptados diante das circunstâncias do gosto e das práticas alimentares. Tudo isso é produto da dinâmica histórica das diversas regiões do estado do Paraná.

A culinária paranaense apresenta iguarias da cozinha típica local e pratos que utilizam alimentos incorporados à história e a cultura da alimentação do Paraná, como o pinhão, o milho, o feijão em suas diversas cores, a mandioca, o arroz, as carnes bovina, suína e o frango, o torresmo, o polvilho, a banana, que permitem pratos como: o barreado, a paçoca de pinhão, a quirera lapiana, o porco com a quirera de milho, o arroz-de-carreteiro, o feijão-tropeiro, a polenta com frango caipira, o lombo com pinhão, a costela campeira, o carneiro com farofa, o churrasco paranaense e inclusive a sobremesa do Bar Palácio em Curitiba, conhecida como “Mineiro de Botas”.

O ato que consiste em preparar um prato regional que tem tradição, história, ganha um status nacional quando ele se insere num contexto turístico. Tal é o caso do barreado, um alimento memória, considerado o único prato típico do estado do Paraná. Preparado desde a segunda metade do século XVIII no litoral paranaense, o barreado é uma iguaria feita à base de carne de boi cozida com condimentos, por volta de doze horas, dentro de uma panela de barro hermeticamente fechada com goma de farinha de mandioca. O nome do prato deriva da expressão “barrear a panela”, que se refere justamente ao ato de vedar a panela com goma de mandioca. Após o período de cozimento, a carne fica toda desfiada e é servida com farinha de mandioca, banana e cachaça de banana. A receita, disseminada através da tradição oral, possui algumas variações, principalmente no que se refere aos temperos adicionados à carne (alguns colocam apenas toucinho, outros colocam cheiro-verde em ramos amarrados, que são retirados antes do serviço, outros acrescentam tomates para “melhorar” a cor do prato, outros dizem ainda que a carne deva ser cozida sozinha, sem sequer a adição de água). Há também variações relativas à forma de preparo, pois muitos alegam que o barreado “original” é aquele em que a panela, depois de vedada, é enterrada em cova aberta com folhas verdes e, sobre ela, é acesa uma fogueira, técnica esta denominada “biaribi” ou “biaribu”, que era dominada tanto por ameríndios, quanto por africanos desde o final do século XVIII.

Os aspectos relacionados à origem do barreado permanecem obscuros, pois os municípios de Antonina, Morretes e Paranaguá, que reivindicam a “paternidade” do prato, comumente divulgam versões diferentes. Os antoninenses que possuem a mais forte tradição carnavalesca do Paraná, tendem a associar o barreado ao “entrudo”, uma festa profana, pagã, que antecedia o carnaval. O entrudo tem o seu sentido mais genuíno nos velhos ritos romanos, sendo depois praticado em Portugal, sempre caracterizado por certa permissividade, aí embutido o espírito crítico em relação às autoridades, à ordem e à moral vigentes. Já os morretenses tendem a identificar a origem do barreado com sua cidade, propagando que os tropeiros - personagens que integravam uma espécie de sistema privado de transporte de mercadorias na região Sul do Brasil - traziam do planalto, quando desciam o caminho da Graciosa, um cozido bem temperado que duravam muitos dias sem que se deteriorasse.

Sendo o barreado um alimento ligado diretamente ao litoral do Paraná, seu consumo é marcante na época das festas religiosas e nos festejos públicos, comemorações, feriados e divertimentos populares. Cumpre destacar que, em todos os finais de semana, as cidades litorâneas do Paraná se engalanam para receber os turistas que chegam de todas as partes para degustá-lo. Em Curitiba, alguns restaurantes de comida típica oferecem o barreado em seus cardápios em alguns dias da semana.

Impulsionadas pelo barreado, as cidades litorâneas se constituíram como capitais gastronômicas. Nesse sentido, o termo capital não implica necessariamente um espaço político-administrativo, mas caracteriza-se por uma rede, um território constituído, simbolicamente, pela “Santa Aliança” formada pela alimentação, história, tradição e turismo. Desse modo, a “rede” barreado, que constitui um lugar de história, aporta um espaço de consumo que alavanca o desenvolvimento regional, e outorga e fortalece uma identidade regional.

Do exposto, as cozinhas regionais do litoral paranaense se constituem como instrumentos de valorização cultural e de captação de recursos. A permanência dos hábitos alimentares “litorâneos” está diretamente ligada a uma territorialidade gastronômica marcada pelo barreado, criando espaços de lazer, de sociabilidade e, sobretudo, de comensalidade.

Na lógica do território criado, definido e ocupado pelo barreado, a identidade aí construída é propagada como uma forma de diferenciar uma especificidade, uma tipicidade. Quanto mais típico esse território ou essa rede, mais benefícios aporta para as cidades.

À luz disso, a festa do barreado e o território onde esse prato se produz fazem parte de uma vasta rede turística, que, alimentada pela história e pela tradição, transforma as cidades de Morretes, Antonina e Paranaguá em verdadeiras capitais gastronômicas.

Sendo a cozinha um microcosmo da sociedade e uma fonte inesgotável de história, é importante destacar que muitas das suas produções são consideradas patrimônio gustativo da sociedade. Por tudo que representa do ponto de vista da originalidade e da criatividade, o barreado tornou-se um prato típico, artesanal, carregado de simbolismo, de identidade local e regional, constituindo-se como um monumento, um bem cultural, um patrimônio imaterial.

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novembro 07, 2008

Receita de Curry de Manga e Camarões

Receita de Curry de Manga e Camarões

Ingredientes
  • 1 colher de sopa de óleo wok
  • 1 cebola pérola cortada em fatias finas
  • 1 ½ colher de sopa de pasta de curry tailandês vermelho (ou a gosto)
  • 200 ml de leite de coco
  • 250 ml de caldo de frango (feito com cubos ou caldo concentrado)
  • 2 colheres de chá de nam pla (molho de peixe)
  • 350 g de abóbora e batata-doce cortada em cubinhos
  • 200 g de camarões grandes (congelados)
  • 1 colher de chá de suco de limão
  • 150 g de cubos de manga
  • 4 colheres de sopa de coentro picado
Preparo

Aqueça o óleo numa panela grande, de fundo pesado, e frite a cebola por 1 minuto. Junte a pasta de curry. Adicione o leite de coco, o caldo de frango e o nam pla. Mexa e deixe ferver.

Abaixe o fogo. Junte os cubos de abóbora e batata-doce e cozinhe com a panela parcialmente tampada por cerca de quinze minutos, ou até que os legumes estejam macios. Escorra os camarões sob água corrente para remover o excesso de água. Coloque na panela e aumente o fogo até que o molho volte a ferver. Junte o suco de limão e a manga e cozinhe por cerca de um minuto, ou até que os camarões estejam cozidos.

Polvilhe o coentro picado e sirva com arroz branco ou noodles de arroz.

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+ Veja também:


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outubro 31, 2008

Receita de Feijoada Verde

Receita de Feijoada Verde

Ingredientes
  • duas xícaras de chá de feijão
  • cinco dentes de alho
  • uma cebola pequena
  • óleo
  • quiabo
  • repolho
  • couve
  • cheiro verde
Preparo

Lavar bem o feijão. Refogar o alho e cebola na panela de pressão. Acrescentar o feijão, a água e deixar cozinhar. Picar o quiabo, a couve, o cheiro verde e o repolho. Depois que o feijão estiver cozido, acrescentar os vegetais e deixar no fogo por mais dez minutos. Retirar a panela do fogo e acrescentar o cheiro verde.

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Veja também:


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outubro 26, 2008

Alimentos: Atum

Alimentos: Atum

Membro da família das cavalas, o atum é rico em óleos saudáveis e minerais que fortalecem o sistema imunológico. O atum contém vitamina E e selênio, necessários para a produção de anticorpos, e diversas vitaminas do complexo B, que têm ação revigorante.

Como outros peixes oleaginosos, o atum é rico em ômega-3, da família dos ácidos graxos essenciais, que também exerce papel relevante na prevenção de doenças cardíacas, câncer e depressão. Os ômegas-3 ainda colaboram para o equilíbrio do sistema imunológico, reduzindo as reações alérgicas. O atum contém antiinflamatórios capazes de aliviar males como artrite reumatóide e eczema.

Nutrientes: Vitaminas B3, B6, B12, D, E, iodo, selênio, ácidos graxos ômega-3.


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outubro 13, 2008

Bahia: A Culinária Baiana

Bahia: A Culinária Baiana

A cozinha baiana é conhecida pelas especiarias de sua culinária, marcadamente influenciada pelos costumes africanos, que lhe conferiram sabor exótico inconfundível.

Entre os pratos mais apreciados da culinária baiana encontram-se o caruru, o vatapá, o efó e a moqueca, todos preparados com dendê, óleo extraído de uma palmeira originária da África.

As baianas, mulheres vestidas em trajes típicos, que vendem comidas em tabuleiros pelas ruas de Salvador, são atração especial na cidade. Entre os quitutes mais populares estão o acarajé, o abará e a cocada.

As frutas tropicais também constituem uma atração especial da cozinha baiana. Destacam-se o caju, a mangaba, o maracujá, a manga e o umbu entre as mais conhecidas, além da laranja e do abacaxi, que também são encontradas em grande quantidade. Os sucos de frutas também são muito utilizados para fazer a chamada batida, tradicional bebida brasileira, que mistura aos sucos cachaça (aguardente de cana-de-açúcar) e mel ou açúcar.

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Veja também:


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outubro 07, 2008

Alimentos: Soja

Alimentos: Soja

As propriedades medicinais deste alimento versátil previnem doenças, especialmente o câncer. A soja é provavelmente a mais nutritiva dentre as leguminosas e pode ser consumida de diversas formas: como brotos, tofu, tempeh, iogurte, farinha, leite, missô e shoyu. É um alimento tradicional no Japão, lugar provável de sua origem. O baixo nível de certos tipos de câncer entre os japoneses chamou a atenção de pesquisadores para os estudos terapêuticos da soja.

Nutrientes: Vitaminas B2, B6, E, ácido fólico; cálcio, ferro, magnésio, manganês, potássio, zinco; soflavonas; inibidores de protease.


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setembro 08, 2008

Alimentos: Pimenta-Malagueta

Alimentos: Pimenta-Malagueta

As pimentas são consideradas um analgésico natural e eficaz. A pimenta-malagueta, ou outras variedades de pimenta vermelha, deve ser adicionada à alimentação, mesmo que em pequenas quantidades, pois contém alto teor de betacaroteno, carotenóide antiviral, anticancerígeno e antioxidante que é transformado em vitamina A pelo organismo. Esses dois nutrientes ajudam a combater o dano causado pelas toxinas ao organismo e contribuem para a prevenção do câncer e do envelhecimento. É rica ainda em capsaicina, fitoquímico com propriedades analgésicas.

Nutrientes: Vitamina C, betacaroteno, capsaicina e fibras.
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agosto 28, 2008

Receita de Risoto de Lulas

Receita de Risoto de Lulas

Ingredientes
  • 350 g de arroz vialone nano
  • 400 g de lulas
  • 4 colheres de sopa de manteiga
  • 1 1/4 litro de brodo di pesce
  • 1 colher de sopa de azeite de oliva
  • 2 colheres de sopa de parmesão ralado
  • 1 colher de sopa de cebola
  • 1/2 xícara de vinho branco seco
Preparo

Limpe bem as lulas, corte-as em rodelas e reserve a tinta. Bata a tinta no liquidificador com um pouco de caldo de peixe. Reserve. Frite a cebola picada com metade da manteiga e o azeite. Junte as lulas e refogue por alguns minutos. Junte o arroz e refogue mais um pouco. Adicione o vinho branco e deixe-o evaporar em fogo alto. Junte aos poucos o caldo de peixe, quase em ponto de fervura, mexendo entre dezesseis e dezessete minutos. Um pouco antes de retirar do fogo, junte a tinta de lula. Retire do fogo. Acrescente o restante da manteiga e o parmesão ralado. Misture bem. Sirva.
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agosto 21, 2008

Dicas: Como lavar e cortar salsinha

Dicas: Como lavar e cortar salsinha

Com uma das mãos segure o maço de salsinha pelo lado das folhas, formando uma bola. Coloque-o na tábua e corte fora os cabos.

Segurando sem apertar, corte grosseiramente com a faca. Os galhos devem estar quase “sem volume”, espalhados na tábua.

Pique finamente. Usando uma faca grande, de lâmina larga, comece a cortar fazendo movimentos rápidos com a lâmina, de cima para baixo, e movendo o cabo de maneira que a faca descreva um arco. Lembre-se de segurar a ponta da faca com uma das mãos de modo a dar equilíbrio – e não força – à tarefa.

A cada dez ou doze movimentos, puxe a salsinha para o centro da tábua. Repita este processo até terminar de picá-la.

Lave a salsinha. Usando a lâmina da faca como espátula, coloque a salsinha picada no meio de um pano de prato limpo. Junte as pontas, arrume o pano de modo a formar um “tubo” e enrole-o bem, formando uma bola apertada. Coloque embaixo da torneira e deixe a água escorrer até que sua cor se torne verde-clara (no começo ela é verde-escura). Torça para retirar o excesso de água.

Coloque o pano de prato no centro da tábua e desenrole. Resultado: uma salsinha finamente cortada, lavada, seca e soltinha.

Dica da Chef Francine Maroukian

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agosto 06, 2008

Receita de Batida de Morango e Chocolate Branco

Receita de Batida de Morango e Chocolate Branco

Ingredientes
  • 400 g de cobertura de chocolate branco picada
  • 1 colher de sopa de leite condensado
  • 2 xícaras de chá de leite (400 ml)
  • 3 morangos
  • 3 cubos de gelo
  • raspas de 1 limão
Preparo

Derreta o chocolate branco com 1 xícara de chá de leite em banho-maria ou em microondas (em potência média), por cerca de 3 ou 4 minutos, mexendo na metade do tempo. Reserve até estar um pouco acima da temperatura ambiente.

Coloque a mistura em um liquidificador e adicione os morangos, o leite condensado, os cubos de gelo e o restante do leite. Bata-os.

Transfira a mistura para uma jarra e adicione as raspas de limão. Mexa bastante e sirva.
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agosto 01, 2008

Receita de Torta do Amor Fiel de Chocolate Branco

Receita de Torta do Amor Fiel de Chocolate Branco

Ingredientes
  • massa:
200 g de cobertura de chocolate branco picada
200 g de biscoitos maisena moídos
  • recheio:
4 gemas
4 colheres de sopa de açúcar
½ xícara de suco de maracujá (100 ml)
1 ½ xícara de chá de creme de leite fresco batido em chantilly
250 g de cobertura de chocolate branco picada
1 folha de gelatina incolor
50 g de cobertura de chocolate meio amargo picada
  • cobertura:
½ xícara de chá de açucar
polpa de 3 maracujás maduros

Preparo

Massa: derreta o chocolate branco. Acrescente os biscoitos e misture bem, até formar uma massa uniforme. Forre com as pontas dos dedos o fundo e as laterais de uma forma desmontável (26 cm de diâmetro) e asse por 15 min, em forno médio (180ºC). Deixe esfriar.

Recheio: Bata as gemas e o açúcar em banho-maria até obter uma gemada clara e fofa. Acrescente o suco de maracujá misturando bem. Adicione o chocolate branco, mexa até que ele derreta completamente. Retire do banho-maria, acrescente a gelatina hidratada e dissolvida em 3 colheres (sopa) de água, misture e deixe esfriar. Junte, então o chantilly e os pedacinhos de chocolate meio amargo. Despeje sobre a massa fria e leve à geladeira por 2 horas.

Cobertura: Leve o açúcar ao fogo baixo e deixe caramelizar. Acrescente 1 xícara (chá) de água e a polpa de maracujá deixando ferver até obter uma calda dourada. Depois de fria despeje-a sobre a torta. Mantenha a torta na geladeira até a hora de servir.
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julho 29, 2008

Receita de Queijo Camembert Empanado

Receita de Queijo Camembert Empanado

Ingredientes
  • 1 ovo
  • 1 xícara de chá de azeite de oliva
  • 3 colheres de sopa de nozes moídas
  • 3 colheres de sopa de farinha de rosca
  • 200g de queijo camembert
Preparo

Divida o queijo camembert em quatro pedaços iguais e reserve. Em uma tigela, bata o ovo com o azeite de oliva. Passe os pedaços de queijo na farinha de rosca misturada com as nozes. Em seguida, no ovo e novamente na farinha de rosca. Reserve.

Aqueça o restante do azeite de oliva em uma frigideira, coloque os pedaços de queijo e frite por quatro minutos, ou até dourar. Retire e coloque sobre um papel toalha para escorrer o excesso de óleo.
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