janeiro 27, 2009

Receita de Torta de Frango com Bacon e Cogumelos

Receita de Torta de Frango com Bacon e Cogumelos

Ingredientes
  • 3 fatias de bacon cortadas em tiras
  • 1 colher de chá de azeite de alho
  • 125 g de champignons frescos fatiados
  • 25 g de farinha de trigo
  • ½ colher de chá de tomilho seco
  • 250 g de filés de sobrecoxa do frango cortados em pedaços
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 300 ml de caldo de frango quente
  • 1 colher de sopa de vinho Marsala
  • 375 g de massa folhada comprada pronta (espere descongelar para usar)
Preparo

Primeiro aqueça o forno a 220 ºC. Em uma panela de fundo pesado frite o bacon no azeite até que fique crocante. Junte os cogumelos e refogue-os na panela junto com o bacon.

Misture a farinha de trigo com o tomilho e passe os pedaços de frango na mistura. Derreta a manteiga na panela com o bacon e os cogumelos e junte o frango e toda a farinha que restou. Mexa até dourar o frango.

Junte o caldo quente e o vinho Marsala. Mexa para formar um molho e deixe ferver por cerca de cinco minutos.

Pegue duas vasilhas com capacidade para 300 ml cada e faça, para cada uma, uma borda de massa – corte cerca de um centímetro da massa e envolva a borda de cada vasilha. Junte as pontas com água, para ajudar a grudar a massa.

Corte um círculo um pouco maior que a boca de cada vasilha. Divida o recheio de frango entre as duas vasilhas.

Umedeça a borda de massa em cada vasilha e ponha por cima a tampa circular que você cortou. Com seus dedos, ou com os dentes de um garfo, vede bem as vasilhas.

Asse as tortas por cerca de vinte minutos, virando-as de lado depois de dez minutos. Quando estiver cozida a massa crescerá maravilhosamente.

Receita de Nigella Lawson

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dezembro 28, 2008

Receita de Creme de Batata-Baroa com Cogumelos

Receita de Creme de Batata-Baroa com Cogumelos

Ingredientes
  • 700g de batata-baroa
  • 1 e meia xícara de água filtrada
  • Meia xícara de creme de leite fresco
  • 300g de cogumelos shitake
  • Um quarto de xícara de vinagre balsâmico
  • 1 pitada de sal marinho
  • 1 pitada de pimenta-do-reino
Preparo

Cozinhe a batata até que ela esteja bem molinha. Bata-a no liquidificador com um pouquinho da água do cozimento. Grelhe os cogumelos em tiras com um pouquinho de azeite virgem.

Reduza o vinagre balsâmico em uma panela, em fogo baixo, até que ele ganhe a consistência de caramelo. Aqueça o creme de batata-baroa com o creme de leite fresco e ajuste o sal. Ponha o creme em pequeninas tigelas, com algumas fatias de cogumelo no centro, por cima. Circunde os cogumelos com um fio do caramelo balsâmico e sirva.

Receita de Vera Saboya

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dezembro 18, 2008

Receita de Panqueca de Carne sem Glúten

Receita de Panqueca de Carne sem Glúten

Ingredientes
  • massa:
Leite - 1 xícara (chá)
Fécula de batata - 1 xícara (chá)
Sal - 1 colher (chá) cheia
Ovos - 2 unidades
Óleo vegetal - 1 colher (sopa)
  • recheio:
Carne moída - 200g
Cebola - meia unidade
Tomate - uma unidade
Sal - uma colher (sobremesa)
Cheiro verde - uma colher (sopa) cheia
Molho de tomate - quatro colheres (sopa) cheias
Óleo vegetal - uma colher (sopa)
Amido de milho - uma colher (sopa) cheia

Preparo

Massa: Leve todos os ingredientes ao liqüidificador e bata-os até que toda a preparação esteja homogênea. Unte a frigideira e asse uma concha de massa por vez.

Recheio: Pique a cebola, o tomate e o cheiro verde. Aqueça o óleo e acrescente a cebola. Quando a cebola estiver dourada acrescente o tomate. Tampe a panela e deixe cozinhar por cinco minutos em fogo brando. Acrescente o amido de milho e mexa até que a mistura fique homogênea. Enrole o recheio nas massas assadas.

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dezembro 04, 2008

Receita de Bolo de Pão e Legumes

Receita de Bolo de Pão e Legumes

Ingredientes

• 1 kg de pão picado
• 1 litro de leite
• sal a gosto
• pimenta a gosto
• 3 ovos
• 3 colheres de sopa de maisena
• 1 cebola
• salsinha picada
• 3 colheres de sopa de margarina
• legumes picados

Preparo

Amoleça o pão no leite. Tempere com sal e pimenta. Acrescente a salsinha, a cebola ralada, a margarina, os legumes e os talos picados, as gemas dos ovos e a maisena. Misture bem.

Acrescente as claras em neve. Coloque tudo em uma forma untada e leve para assar em forno pré-aquecido por cerca de vinte minutos.

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novembro 26, 2008

Receita de Bolinho de Peixe

Receita de Bolinho de Peixe

Ingredientes
  • 250g de peixe (cabeça, rabo e carcaça)
  • 2 colheres de sopa de água
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 xícara de chá de arroz (cozido)
  • 1 gema de ovo
  • 2 colheres de sopa de óleo
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo
  • meia xícara de chá de farinha de rosca
  • óleo para fritura
Preparo

Em um refratário coloque o peixe, meia colher de sal e deixe tomar gosto por uma hora. Transfira os filés com o tempero para uma panela e acrescente a água.

Cozinhe em fogo alto por cinco minutos (ou até que o caldo formado evapore). Coloque o peixe em uma tigela, junte o arroz e com o auxílio de um garfo, amasse até obter uma pasta.

Incorpore a gema de ovo, o óleo, a farinha de trigo e o restante do sal. Com duas colheres de sopa da massa, faça os bolinhos e passe-os pela farinha de rosca. Frite-os em óleo quente por três minutos ou até que dourem por igual. Escorra e sirva.

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novembro 17, 2008

O Barreado e a Culinária do Paraná

O Barreado e a Culinária do Paraná
por Carlos Roberto Antunes dos Santos

As cozinhas estão em permanentes transformações. As culturas alimentares, seja qual for o tempo e o espaço geográfico, estão postas a situações de confrontos que podem levar a rupturas, diante da implementação de novas técnicas e formas de consumo e da introdução de produtos e do encontro e fusão dos mesmos, a partir de inovação e criatividade. Essas transformações da cozinha acabam sendo absorvidas ou “digeridas” pela tradição, que, em patamares seguintes, cria novos modelos, adaptados aos modelos convencionais precedentes. Nesse sentido, a ruptura, ao provocar certa revolução culinária, traz em seu bojo os traços de transição, ainda que marcados pelo tradicional.

As cozinhas locais, regionais, nacionais e internacionais são produtos da miscigenação cultural, fazendo com que as culinárias revelem vestígios das trocas culturais. Hoje, os estudos sobre a comida e a alimentação invadem as ciências humanas, a partir da premissa que a formação do gosto alimentar não se dá, exclusivamente, pelo seu aspecto nutricional, biológico. O alimento constitui uma categoria histórica, pois os padrões de permanência e mudanças dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica social. Os alimentos não são somente alimentos.

Alimentar-se é um ato nutricional, comer é um ato social, pois se constitui de atitudes, ligadas aos usos, costumes, protocolos, condutas e situações. Nenhum alimento que entra em nossas bocas é neutro. A dimensão histórica da sensibilidade gastronômica explica e é explicada pelas manifestações culturais e sociais, como espelho de uma época. Nesse sentido, o que se come é tão importante quanto quando se come, onde se come, como se come e com quem se come. Enfim, esse é o lugar da alimentação na história.

No Brasil, historicamente, se cultivou a diversidade alimentar, numa síntese entre as culturas primitivas com a superposição de etnias das diferentes culturas, que, numa simbiose, formaram nossos hábitos alimentares e constituíram uma rica culinária. Nesse sentido, a memória gustativa acrescida dos saberes e sabores, das técnicas e práticas culinárias foram geradoras e formadoras das culturas regionais. Como resistência às cozinhas compartimentadas e cosmopolitas, a sociedade busca, cada vez mais, resgatar e valorizar, em nome da qualidade, as cozinhas locais e regionais, carregadas de culturas. Dessa forma, o local e o regional precedem o nacional e o internacional, fazendo com que a gastronomia revele a identidade desse conjunto de “Brasis”. Muitas vezes, essa valoração atribuída ganha destaque ao ponto de iniciar uma permanência, uma tradição que envolve, de forma artesanal, não apenas a reprodução do prato, mas, muitas vezes, a recriação de processo das condições em que o mesmo era preparado. Destarte, o ato de preparar um prato regional como “antigamente” ganha status nacional, principalmente impulsionado pelo contexto turístico. No âmbito do litoral do estado do Paraná, podemos mencionar o Barreado, um alimento memória, como exemplo desse processo.

Os temas da cozinha e da mesa regional paranaense revelam os tempos da memória gustativa, em que a preparação do Barreado se reveste de certa ritualização, assim como a seqüência e as maneiras como é servido à mesa. Dessa forma, a etiqueta à mesa se refere à representação simbólica regional, pois essa cozinha expressa a linguagem que traduz suas relações sociais.

A gastronomia paranaense reserva um lugar para todos, pois é diversa, a partir de uma riqueza étnica e cultural que inventou uma mesa ampla, com pratos produzidos pelos povos locais ou trazidos por diversos migrantes e imigrantes, num processo permanente de adaptação e readaptação.

Na verdade não existe uma cozinha tipicamente paranaense, pois o seu arcabouço constitui uma mescla de sabores os mais diversos, passando pela culinária local (luso-brasileira) e dando verdadeiros saltos culturais ao encontrar as cozinhas caipira e imigrante. Dessa maneira, o saber gastronômico local e regional, somado aos saberes externos, permitiu permanências e mudanças, sendo que alguns pratos se mantiveram e outros foram adaptados diante das circunstâncias do gosto e das práticas alimentares. Tudo isso é produto da dinâmica histórica das diversas regiões do estado do Paraná.

A culinária paranaense apresenta iguarias da cozinha típica local e pratos que utilizam alimentos incorporados à história e a cultura da alimentação do Paraná, como o pinhão, o milho, o feijão em suas diversas cores, a mandioca, o arroz, as carnes bovina, suína e o frango, o torresmo, o polvilho, a banana, que permitem pratos como: o barreado, a paçoca de pinhão, a quirera lapiana, o porco com a quirera de milho, o arroz-de-carreteiro, o feijão-tropeiro, a polenta com frango caipira, o lombo com pinhão, a costela campeira, o carneiro com farofa, o churrasco paranaense e inclusive a sobremesa do Bar Palácio em Curitiba, conhecida como “Mineiro de Botas”.

O ato que consiste em preparar um prato regional que tem tradição, história, ganha um status nacional quando ele se insere num contexto turístico. Tal é o caso do barreado, um alimento memória, considerado o único prato típico do estado do Paraná. Preparado desde a segunda metade do século XVIII no litoral paranaense, o barreado é uma iguaria feita à base de carne de boi cozida com condimentos, por volta de doze horas, dentro de uma panela de barro hermeticamente fechada com goma de farinha de mandioca. O nome do prato deriva da expressão “barrear a panela”, que se refere justamente ao ato de vedar a panela com goma de mandioca. Após o período de cozimento, a carne fica toda desfiada e é servida com farinha de mandioca, banana e cachaça de banana. A receita, disseminada através da tradição oral, possui algumas variações, principalmente no que se refere aos temperos adicionados à carne (alguns colocam apenas toucinho, outros colocam cheiro-verde em ramos amarrados, que são retirados antes do serviço, outros acrescentam tomates para “melhorar” a cor do prato, outros dizem ainda que a carne deva ser cozida sozinha, sem sequer a adição de água). Há também variações relativas à forma de preparo, pois muitos alegam que o barreado “original” é aquele em que a panela, depois de vedada, é enterrada em cova aberta com folhas verdes e, sobre ela, é acesa uma fogueira, técnica esta denominada “biaribi” ou “biaribu”, que era dominada tanto por ameríndios, quanto por africanos desde o final do século XVIII.

Os aspectos relacionados à origem do barreado permanecem obscuros, pois os municípios de Antonina, Morretes e Paranaguá, que reivindicam a “paternidade” do prato, comumente divulgam versões diferentes. Os antoninenses que possuem a mais forte tradição carnavalesca do Paraná, tendem a associar o barreado ao “entrudo”, uma festa profana, pagã, que antecedia o carnaval. O entrudo tem o seu sentido mais genuíno nos velhos ritos romanos, sendo depois praticado em Portugal, sempre caracterizado por certa permissividade, aí embutido o espírito crítico em relação às autoridades, à ordem e à moral vigentes. Já os morretenses tendem a identificar a origem do barreado com sua cidade, propagando que os tropeiros - personagens que integravam uma espécie de sistema privado de transporte de mercadorias na região Sul do Brasil - traziam do planalto, quando desciam o caminho da Graciosa, um cozido bem temperado que duravam muitos dias sem que se deteriorasse.

Sendo o barreado um alimento ligado diretamente ao litoral do Paraná, seu consumo é marcante na época das festas religiosas e nos festejos públicos, comemorações, feriados e divertimentos populares. Cumpre destacar que, em todos os finais de semana, as cidades litorâneas do Paraná se engalanam para receber os turistas que chegam de todas as partes para degustá-lo. Em Curitiba, alguns restaurantes de comida típica oferecem o barreado em seus cardápios em alguns dias da semana.

Impulsionadas pelo barreado, as cidades litorâneas se constituíram como capitais gastronômicas. Nesse sentido, o termo capital não implica necessariamente um espaço político-administrativo, mas caracteriza-se por uma rede, um território constituído, simbolicamente, pela “Santa Aliança” formada pela alimentação, história, tradição e turismo. Desse modo, a “rede” barreado, que constitui um lugar de história, aporta um espaço de consumo que alavanca o desenvolvimento regional, e outorga e fortalece uma identidade regional.

Do exposto, as cozinhas regionais do litoral paranaense se constituem como instrumentos de valorização cultural e de captação de recursos. A permanência dos hábitos alimentares “litorâneos” está diretamente ligada a uma territorialidade gastronômica marcada pelo barreado, criando espaços de lazer, de sociabilidade e, sobretudo, de comensalidade.

Na lógica do território criado, definido e ocupado pelo barreado, a identidade aí construída é propagada como uma forma de diferenciar uma especificidade, uma tipicidade. Quanto mais típico esse território ou essa rede, mais benefícios aporta para as cidades.

À luz disso, a festa do barreado e o território onde esse prato se produz fazem parte de uma vasta rede turística, que, alimentada pela história e pela tradição, transforma as cidades de Morretes, Antonina e Paranaguá em verdadeiras capitais gastronômicas.

Sendo a cozinha um microcosmo da sociedade e uma fonte inesgotável de história, é importante destacar que muitas das suas produções são consideradas patrimônio gustativo da sociedade. Por tudo que representa do ponto de vista da originalidade e da criatividade, o barreado tornou-se um prato típico, artesanal, carregado de simbolismo, de identidade local e regional, constituindo-se como um monumento, um bem cultural, um patrimônio imaterial.

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novembro 07, 2008

Receita de Curry de Manga e Camarões

Receita de Curry de Manga e Camarões

Ingredientes
  • 1 colher de sopa de óleo wok
  • 1 cebola pérola cortada em fatias finas
  • 1 ½ colher de sopa de pasta de curry tailandês vermelho (ou a gosto)
  • 200 ml de leite de coco
  • 250 ml de caldo de frango (feito com cubos ou caldo concentrado)
  • 2 colheres de chá de nam pla (molho de peixe)
  • 350 g de abóbora e batata-doce cortada em cubinhos
  • 200 g de camarões grandes (congelados)
  • 1 colher de chá de suco de limão
  • 150 g de cubos de manga
  • 4 colheres de sopa de coentro picado
Preparo

Aqueça o óleo numa panela grande, de fundo pesado, e frite a cebola por 1 minuto. Junte a pasta de curry. Adicione o leite de coco, o caldo de frango e o nam pla. Mexa e deixe ferver.

Abaixe o fogo. Junte os cubos de abóbora e batata-doce e cozinhe com a panela parcialmente tampada por cerca de quinze minutos, ou até que os legumes estejam macios. Escorra os camarões sob água corrente para remover o excesso de água. Coloque na panela e aumente o fogo até que o molho volte a ferver. Junte o suco de limão e a manga e cozinhe por cerca de um minuto, ou até que os camarões estejam cozidos.

Polvilhe o coentro picado e sirva com arroz branco ou noodles de arroz.

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